sexta-feira, 25 de maio de 2018

Intervenção militar! Uma pequena reflexão

O exército brasileiro tem o dever de interferir na política?
Com justas reivindicações e um grande transtorno a tiracolo, a greve dos caminhoneiros em andamento tem dado voz a um certo tipo de cidadão. É aquele que, saudoso de um tempo do qual mais ouviu falar do que viveu, pede intervenção militar ou, sendo claro, um golpe de Estado praticado pelas forças armadas. 

segunda-feira, 21 de maio de 2018

sábado, 19 de maio de 2018

Sobre agrotóxicos, política e um apelo aos conservadores

Agrotóxicos: Um mal necessário, mas
que deve ser fiscalizado e controlado. 
Um assunto que fez barulho nesta semana que passou e que sempre volta à discussão é a questão dos agrotóxicos. Foi divulgada a PL 6299/2002, que será votada em breve e que visa implementar algumas alterações nos trâmites de liberação e até na própria definição de agrotóxicos, que passariam a ser chamados de "defensivos fitossanitários", um eufemismo para fazer a gente esquecer que agrotóxicos são, no fim das contas, um tipo de inseticida que é jogado sobre alimentos que vamos ingerir. 

sexta-feira, 18 de maio de 2018

Quem checa os checadores de "fake news"?

Um certo pinguim de lupa está na esquerda,
e não é só na ilustração acima...
Um dos assuntos mais comentados nesta semana foi a ação das agências de fact-checking, criadas para combater boatos e as famosas "fake news" ("notícias falsas") que tanto se propagam na internet. O Facebook, pressionado por ser uma plataforma que permitiu a livre circulação de fake news - e quando começou a agir, foi só bloqueando perfis de direita - contratou a Agência Lupa para atuar na plataforma. E existe ainda a Aos Fatos correndo por fora e gozando de credibilidade na imprensa. Além do Facebook, o UOL passou a abraçar as opiniões dessas agências, entre outros veículos de mídia. 

segunda-feira, 14 de maio de 2018

Tiros de mãe

Armas de verdade não atiram flores. Ainda bem.
Um dos casos mais comentados nas redes sociais no fim de semana que passou foi a ação acontecida no dia 12 de maio em Suzano, interior de São Paulo. Na saída de uma escola, um assaltante chegou apontando uma arma na direção de mulheres e seus filhos pequenos. Uma das mães era policial e reagiu, conseguindo matar o criminoso. 

sábado, 12 de maio de 2018

O que falta em Bolsonaro

Pensar antes de falar: eis um hábito saudável a ser
cultivado por quem deseja chegar ao posto máximo do país.
(foto: Iano Andrade/CB/D.A Press)
Um dos assuntos mais comentados no cenário político nesta semana que termina foi a divulgação de um dossiê da CIA sobre o regime militar, associando o falecido General Geisel a uma política de execuções de opositores. A esquerda, que sempre acusa a CIA de conspirar contra o Brasil, que diz que Sérgio Moro trabalha para ela e vive associando a entidade a conspirações malignas, recebeu o dossiê de braços abertos e com festa. 

segunda-feira, 7 de maio de 2018

O Muro e o Centro

O muro no qual se acomodam os militantes do centro é um 
muro sólido construído em cima de valores ou da falta deles?
Navegando no Twitter, eventualmente leio pessoas dizendo que não existe mais direita e esquerda na discussão política. Digo que esses são alienados que não enxergam ou não conseguem lidar com a realidade escarrada na sua frente. Quando políticos ditos "progressistas" dizem que as esquerdas têm que se unir para barrar a "onda conservadora", isso significa que estão acontecendo movimentações sociais intensas. E que existe tanto gente na esquerda quanto na direita. 

sábado, 28 de abril de 2018

quinta-feira, 26 de abril de 2018

Virada à Direita

Algumas considerações sobre o posicionamento político do autor deste blog:

Quando eu era moleque, lá nos anos 80, existiam nas escolas aulas de EMC - Educação Moral e Cívica (na 6a série) - e OSPB - Organização Social e Política do Brasil (para 8a série). Eram matérias sobre civismo e valores sociais, uma criação do regime militar. Onde estudei, no colégio Alfredo Bresser, em São Paulo, capital, era um mesmo professor que dava essas matérias, o popular Gastão. Bastante rígido e disciplinador, ele era também um grande tirador de sarro. Com seus mais de 1,80m e um vozeirão trovejante, impunha respeito (medo mesmo) na molecada, mas era um cara de grande coração. 

Em 1982, houve a primeira eleição para governador, durante o período da lenta abertura democrática do regime militar. E o Gastão comentava que teríamos eleições e o que isso significava, mas sem jamais defender um ou outro candidato ou partido. Mas ele ficava cantarolando os jingles dos candidatos e a gente achava tudo muito engraçado. De um jeito bem lúdico, ia criando interesse em darmos uma olhada no horário eleitoral da TV. Pelo menos, pra mim foi assim.